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Cubanas abre primeira unidade franchisada em Beirute

Friday, September 7, 2012
Cubanas abre primeira unidade franchisada em Beirute

A marca portuguesa de calçado Cubanas lançou o seu projeto de internacionalização em franchising e abriu a primeira unidade no Médio Oriente, onde tenciona abrir mais sete a 10 pontos de venda nos próximos três anos. 

A marca portuguesa de calçado Cubanas arrancou com o seu projeto de internacionalização em franchising, com a abertura da primeira loja em Beirute, tendo sido selecionado um dos mais importantes centros comerciais da cidade, o ABC Achrafieh. Em Portugal, a marca conta com uma loja conceito, aberta desde Novembro passado no Chiado.

Com a abertura de mais um ponto de venda, a Cubanas espera ainda aumentar significativamente as vendas relativas à coleção Outono Inverno 12, com especial enfoque para os mercados externos.

Criada em 2005, a Cubanas é uma marca 100% portuguesa que "reflete a vontade de levar a qualidade e elegância além-fronteiras, numa vivência muito urbana e atual.  É esta mistura que faz de cada produto algo único, integrado num universo de cor e originalidade. O toque orgânico dos materiais (como a madeira, a pele, a cortiça), o conforto e a qualidade sem compromissos e o bom gosto de cada pormenor constituem, assim, o principal motivo de satisfação dos clientes da nossa marca", referiu à VE António Marques, CEO da empresa BUT Fashion Solutions Lda. (detentora da marca Cubanas).


Assim, a abertura da primeira loja na zona histórica do Chiado "atraiu inúmeros parceiros a nível internacional, entre eles o parceiro libanês que tenciona abrir mais quatro lojas em regime de franchising", disse.


A loja no Chiado representa ainda "o culminar de uma estratégia que durante seis anos passou por implementar a marca junto do mercado nacional", em espaços multimarca, mas "igualmente no mercado internacional, concretamente em países como Alemanha, Japão, Taiwan, Rússia ou República Checa".


A opção pelo Líbano como primeiro mercado de expansão externa deve-se, explica, ao facto de se tornar "um dos mercados preferenciais da Cubanas para o início deste projeto de franchising". No Médio Oriente, a marca tenciona abrir mais sete a 10 pontos de venda nos próximos três anos. "Tivemos muitos contactos internacionais interessados em abrir Lojas Cubanas em diversos países, entre eles o parceiro ligado ao sector farmacêutico, no Líbano, que foi o primeiro efetivamente e que desde o início demonstrou uma grande admiração pela nossa marca", resumiu.

Médio Oriente e Leste Europeu

Segundo António Marques, "o franchising é hoje um projeto sólido dentro da nossa empresa, que nasceu da vontade de expandir o nome Cubanas, de uma forma organizada".
Dada a presente conjuntura, a Cubanas considera "fundamental e estratégico a expansão internacional, estando mesmo em vista novas aberturas noutros mercados. Temos objetivos de crescimento muito claros, pelo que a possibilidade de abrirmos cada vez mais unidades em regime de franchising, só vem acrescer a responsabilidade dos objetivos previamente estabelecidos".


Os mercados externos representam atualmente cerca de 60% do volume total da empresa, que no ano passado foi de aproximadamente 11 milhões de euros. "Continuarmos a exportar Cubanas para países como a Alemanha, Itália, França, Rússia ou República Checa, entre outros, é fundamental e prioritário para a marca", salientou o seu responsável. Aliás, disse, o franchising da marca Cubanas "é um projeto essencialmente internacional, pelo que não tencionamos abrir mais unidades em Portugal".


Paralelamente, a marca assenta a sua estratégia na portugalidade do conceito: "Enquanto marca de calçado 100% português, com design interno e produção nacional devidamente acompanhada", a Cubanas tem neste dado "um dos argumentos fortes que a marca utiliza na sua estratégia comercial, promovendo esta "portugalidade" nos mercados externos, quer nas próprias feiras internacionais e na apresentação das coleções, quer no lançamento de edições especiais".


Entre estas, recorda António Marques, conta-se a coleção apresentada em homenagem ao Fado português, considerado recentemente Património da Humanidade.
 

Fonte: Vida económica,30jul2012

1998

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